Depois de meses reencontrei o fio da meada.
Por aqui no ninho - ainda meio oco... - passei / passamos por poucas e boas e nesse meio tempo nos fortalecemos quanto ao sonho-vontade-necessidade de termos filhotes na nossa família.
Nos demos conta (emocionalmente) que sobrinhos não são filhos. Por mais que os ame. Não são nossos filhos. É duro. Difícil de engolir na prática. Mas não são e ponto.
E que muito do que queremos fazer, do que sonhamos fazer, do que nos dispomos a fazer com e por eles têm mais a ver com o que queremos, sonhamos e somos capazes de fazer por aqueles que ainda virão: os nossos filhos!
E digerir isso é complicado em qualquer galinheiro. tsc
Ah é mesmo!
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