por vezes me pego pensando em como tornar a minha/nossa casa em um lar seguro para crianças
temos sacada,
temos escada,
temos cachorro,
temos estantes baixas
cóooo
temos muito o que fazer!
e além disso...
o quarto de porta decorada com adesivos coloridos e fofinhos indica pra quem tiver olhos de ver e um relativo conhecimento da nossa história que, aquele pedacinho de mundo espera um filhote (ou 2 ou 3!...)
mas também é ali, bem ali, que não sei como resolver questões básicas como:
*dar um fim em tuÚdo o que enfiamos ali dentro (e essa é só a parte mais fácil!);
*imaginar em como disponibilizar 2 berços, uma poltrona e um trocador (e isso só no primeiro ano! Ano? Essa é outra dúvida - talvez, meses);
*2 berços? sim, 2 berços. Estamos falando em probabilidades. Mais do que em hipóteses. Inseminação artificial...sabe como é. Probabilidades. (e uma torcida!)
*um espaço para se pisar (sem sapatos?)
*outro tanto de parede para se decorar, pendurar coisas lindas e fofas. Tudo o de mais lindo e fofo e colorido.
cócócó esse ponto é um dos mais delicados. temos poucas paredes. Sim, com um grande armário de fora a fora e a outra com uma janela. cóoooo temos mesmo poucas paredes. Poucas paredes para tudo o que quero que os filhotes conheçam e tenham por perto.
E tudo isso ainda equilibrando o ninho para que não se torne um quadro do Bosch for kids
Sim, eu confesso. penso nisso quando a insônia bate. Penso mesmo. Em detalhes. Penso nisso meses antes de engravidar. Imagina quando tiver com tudo acontecendo...eu penso nisso (também!).
sábado, 5 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
de volta, mais forte
Depois de meses reencontrei o fio da meada.
Por aqui no ninho - ainda meio oco... - passei / passamos por poucas e boas e nesse meio tempo nos fortalecemos quanto ao sonho-vontade-necessidade de termos filhotes na nossa família.
Nos demos conta (emocionalmente) que sobrinhos não são filhos. Por mais que os ame. Não são nossos filhos. É duro. Difícil de engolir na prática. Mas não são e ponto.
E que muito do que queremos fazer, do que sonhamos fazer, do que nos dispomos a fazer com e por eles têm mais a ver com o que queremos, sonhamos e somos capazes de fazer por aqueles que ainda virão: os nossos filhos!
E digerir isso é complicado em qualquer galinheiro. tsc
Ah é mesmo!
Por aqui no ninho - ainda meio oco... - passei / passamos por poucas e boas e nesse meio tempo nos fortalecemos quanto ao sonho-vontade-necessidade de termos filhotes na nossa família.
Nos demos conta (emocionalmente) que sobrinhos não são filhos. Por mais que os ame. Não são nossos filhos. É duro. Difícil de engolir na prática. Mas não são e ponto.
E que muito do que queremos fazer, do que sonhamos fazer, do que nos dispomos a fazer com e por eles têm mais a ver com o que queremos, sonhamos e somos capazes de fazer por aqueles que ainda virão: os nossos filhos!
E digerir isso é complicado em qualquer galinheiro. tsc
Ah é mesmo!
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