quarta-feira, 20 de julho de 2011
baby boom da vizinhança
me dei conta só hoje que, no último ano teve um Baby Boom à minha volta - quase todas as minhas grandes amigas tiveram bebês seu primeiro aninho de idade este ano! (amigas-mães de meninas, em sua esmagadora maioria!)
... e o Baby boom segue - mais e mais bebês chegaram no começo do ano e ainda(!) mais 2 a caminho
babies, babies, babies
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terça-feira, 19 de julho de 2011
um coração de sim e de não
Tá. Agora é pra valer.
Não só o blog mas os planos todos – todos embalados (e embalando!) um só projeto: ser mãe com barriga. “Mãe com barriga?” – Ahan. Bem assim.
Preciso ser coerente afinal com o que acredito (acreditamos) e defendo (defendemos) aqui em casa: mãe mesmo, pra nós é quem cuida, quem ama, quem “amamenta” do que (realmente) precisa uma criança. Para ser mãe não necessariamente precisa parir.
Ao longo do tempo nos demos conta que devemos tentar “engravidar” e seguir também buscando nosso filhote do coração em algum abrigo.
Sim, esse para nós parece mesmo ser o ideal. O ideal para nós – uma família nada tradicional(!) - mas muito careta quando o assunto é AMOR.
Acreditamos MESMO que pra ser AMOR tem que SER INTEIRO. Feito cópia mal traçada do verso do poeta.
Amor de verdade. Com nome e sobrenome. AMOR PRA SEMPRE. Bem assim.
Quando escrevi aí em cima que agora é o “valendo” é porque eu tinha uma missão: emagrecer – pois estou muito acima do peso ideal para engravidar e passar por todo o tratamento de uma inseminação artificial. Exato. Hormônios em altas doses e tudo mais.
Tá essa era a missão que me foi dada há 3 meses atrás. Ainda não consegui nem chegar perto do peso proposto. Na consulta com o clínico esta semana – o maior líder de torcida dessa gravidez! - já tratou de me dizer: "Bom, se não conseguir chegar ao ideal. Nos preparamos de outra forma. A medicina tá aí pra isso. Sentamos com a gineco, obstetra, toda a turma e vemos o custo benefício de esperar ou engravidar mesmo acima do peso.” – todo esse papo é em função da minha idade, 37.
Não parece ótimo? Antes eu achava que tinha tempo; que bastaria acreditar no que sinto (tenho 32 anos, tenho 32 anos... - como Dorothy tentando voltar para o Kansas rs) e pronto, bastaria. Daí encontrei essa patota que além de me colocar uma missão já trata de me avisar que é “sim ou sopas”.
Como a questão toda da idade é mesmo o lance de aumentarmos as chances de problemas com o bebê ou mesmo a questão da diminuição de chances de dar certo o tratamento e a gravidez "vingar", "valer".
Não só o blog mas os planos todos – todos embalados (e embalando!) um só projeto: ser mãe com barriga. “Mãe com barriga?” – Ahan. Bem assim.
Preciso ser coerente afinal com o que acredito (acreditamos) e defendo (defendemos) aqui em casa: mãe mesmo, pra nós é quem cuida, quem ama, quem “amamenta” do que (realmente) precisa uma criança. Para ser mãe não necessariamente precisa parir.
Ao longo do tempo nos demos conta que devemos tentar “engravidar” e seguir também buscando nosso filhote do coração em algum abrigo.
Sim, esse para nós parece mesmo ser o ideal. O ideal para nós – uma família nada tradicional(!) - mas muito careta quando o assunto é AMOR.
Acreditamos MESMO que pra ser AMOR tem que SER INTEIRO. Feito cópia mal traçada do verso do poeta.
Amor de verdade. Com nome e sobrenome. AMOR PRA SEMPRE. Bem assim.
Quando escrevi aí em cima que agora é o “valendo” é porque eu tinha uma missão: emagrecer – pois estou muito acima do peso ideal para engravidar e passar por todo o tratamento de uma inseminação artificial. Exato. Hormônios em altas doses e tudo mais.
Tá essa era a missão que me foi dada há 3 meses atrás. Ainda não consegui nem chegar perto do peso proposto. Na consulta com o clínico esta semana – o maior líder de torcida dessa gravidez! - já tratou de me dizer: "Bom, se não conseguir chegar ao ideal. Nos preparamos de outra forma. A medicina tá aí pra isso. Sentamos com a gineco, obstetra, toda a turma e vemos o custo benefício de esperar ou engravidar mesmo acima do peso.” – todo esse papo é em função da minha idade, 37.
Não parece ótimo? Antes eu achava que tinha tempo; que bastaria acreditar no que sinto (tenho 32 anos, tenho 32 anos... - como Dorothy tentando voltar para o Kansas rs) e pronto, bastaria. Daí encontrei essa patota que além de me colocar uma missão já trata de me avisar que é “sim ou sopas”.
Como a questão toda da idade é mesmo o lance de aumentarmos as chances de problemas com o bebê ou mesmo a questão da diminuição de chances de dar certo o tratamento e a gravidez "vingar", "valer".
É, agora o papo é comigo mesmo. Já sem chances de ficar achando que posso dar mais uma 'empurradinha' (talvez esse papo de 'empurradinha' seja preciso só lá na frente, em caso de rompimento da bolsa - risos).
Então tá; começa agora. Valendo. Lá vamos nós nos enxergar de vez em vias de 'engravidar'.
Os planos são para o final do ano começo do próximo.
Enquanto isso agilizamos também toda questão legal quanto ao cadastramento no cadastro nacional de adoção.
Então tá; começa agora. Valendo. Lá vamos nós nos enxergar de vez em vias de 'engravidar'.
Os planos são para o final do ano começo do próximo.
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"(...) Clara, Ana e quem mais chegar "
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